Saturday, August 26, 2006

“POR QUE VOCÊ NÃO VOLTA PARA O BRASIL?”

É o que me pergunta a parentaiada do outro lado do Atlântico, por e-mail, carta ou telefone, muitas vezes à cobrar. Não volto porque me sinto mais seguro aqui. Não quero terminar como aquele repórter da Globo, com o divertido apelido de “Portanova”, que foi seqüestrado pelo pececê e, depois de libertado, apareceu sem camisa em rede nacional. Eu já recuso todos os convites que me fazem para ir à praia justamente para não ter que tirar a camisa na frente dos outros; é claro que não vou deixar o câmera do Jornal Nacional me filmar desse jeito. Não, muitíssimo obrigado. Não é isso que eu quero para a minha vida. Dignidade já!

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